O XARDIN DAS ARTES

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A ESTATUA de Ramón Conde

Eu estou ben
¿e ti?
É esta preocupaçao que encontramos no jardim de esculturas da Solaina. Das profundezas da pedra, entre os montes ondulantes que nos rodeiam, soltam-se gestos de ternura que nos envolvem de urna forma subtil e delicada. O mundo inteiro passa por aqui. É um jardim feito de símbolos, feito de fente, de rostos, de corpos, de bichos, de máquinas.. .Há as máquinas de costura que costuram a vida quando a vida se rompe. O martelo do ferreiro, a forja que forja novos sonhos, a forja criadora de esperanças, mas que recorda que só com trabaiho se tem direito ao sonho.
No centro, um fuste encimado por alguém em posiço fetal e que recebe os raios do nascer do Sol. Alguem que renasce do Sol. A Solaina...Em volta, aconchegando as estátuas, as videiras so testemunhas da vida.
É possível que, durante a noite, no silencio, as estátuas conversern umas com outras e contem o que ouviram durante o día. Acredito que sim. E as videiras, cómplices, acenarao as cabeças e o ciclista de arame murmurará baixinho:
-Será que eles voltam amanha?

Orlando Jorge Figueiredo na V Forxa Literaria (Encontros Culturais no Rural)
05/04/2004 10:57

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FUNDACIÓN CASA MUSEO A SOLAINA DE PILOÑO

Laxeiro
"¡Oxalá que a SOLAINA medre tanto que poida ser albiscada desde a berenguela de Santiago de Compostela!"dixo o mestre LAXEIRO


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